segunda-feira, 16 de julho de 2012

E o PCF não funcionou.

Na tentativa de parar com a oxidação existente na tampa de aço do PC XT, resolvi testar o PCF para ver se é mesmo isso tudo o que o pessoal fala, de que "uma vez aplicado o PCF, a ferrugem nunca mais voltará"... mas não foi isso que constatei.

Após 1 mês de aplicado as 2 demãos de PCF (sobre a superfície devidamente lixada, escovada e umedecida) apliquei 4 demãos de tinta esmalte sintético na cor preto e resolvi não mexer mais na tampa só para ver se o PCF iria mesmo frear a oxidação, mas observei que estão surgindo várias bolhas debaixo da tinta e com a ajudada de um formão, resolvi raspar tinta e ver o que estava acontecendo. Eis o que está sob a tinta: ferrugem. A primeira foto é da parte interna da tampa. É, a ferrugem tá ali, agindo na surdina:


A segunda foto é da lateral da tampa, também cheia de pequenas bolhas e com ferrugem por baixo. Tenho que enfatizar que em alguns pontos é possível retirar a tinta com a unha, sem uso de ferramentas. Parece que o PCF não reagiu corretamente na placa.


A terceira foto é da parte lateral, onde a ferrugem mais tinha atacado a tampa antes do tratamento com PCF. E vejam que a ferrugem está voltando com força:


Mais uma foto da lateral raspada e mais ferrugem:

Consegui encontrar uma parte sem as bolhas de ar e nessa parecia estar tudo ok, sem ferrugem:

Não sei se as instruções não são completas ou se ele só serve para ferrugem grosseira (não está descrito na embalagem se posso ou não aplicar sobre uma superfície com pouca ferrugem), mas ele não funcionou. Portanto, na minha avaliação, ele foi reprovado no teste, já que vou ter que retirar toda a tinta novamente e recomeçar do zero. Se um vendedor te empurrar o pcf, pense 3x antes de jogar seu dinheiro fora, porque o bichinho é caro!

Vou recomeçar pelo método tradicional, com remoção da tinta antiga, aplicação de fosfatizante, zarcão e pintura, só para ver o que acontece. Agora, só em agosto, quando eu voltar de BH.

Enviei mensagem para o fabricante (Quimatic), contando o ocorrido, vamos ver se eles darão algum suporte.

:)

sábado, 16 de junho de 2012

Hino Nacional no MSX

Há alguns dias vem rolando o papo do PSG AY-8910 em micros como MSX, TK85 e apple ii e dando uma fuçada no Youtube, achei um vídeo legalzinho que mostra a "poderosa" capacidade sonora do chip:

 

Em tempo, consegui comprar o livro MSX Música por menos de 3 reais + 4 reais e pouco de frete. Quando chegar, eu escreverei algo sobre o mesmo. 
Se quiser baixar o livro na condição 0800-free (grátis), é só clicar aqui, ó: MSX Música.

:)

PC XT, a novela continua...

Para quem sem lembra (ou não) do início da restauração do meu PC XT (clique aqui!), quando eu apenas dei uma geral nas peças placa-mãe dele e ele deu algum sinal de vida, a postagem de hoje é continuação da novela, mas apenas parte da restauração do gabinete (fundo e tampa).

Algumas fotos da brincadeira:

Foto 1: Parte frontal do "esqueleto" do gabinete. Vou chamá-lo de chassis do gabinete. Está cheio de ferrugem por baixo da da pintura. Reparem na grade inferior do mesmo. É muito sux fazer qualquer serviço ali. A vontade é tapar tudos os furos ou parte deles porque o XT não é uma usina de calor como um PC atual.
(Infelizmente eu só me dei conta de tirar fotos quando já tinha começado o serviço, por isso vocês devem estar se perguntando se o fundo já estava do jeito que está sendo mostrado na foto. Continuem lendo...)


Foto 2: É aí que a onça pega. A ideia era remover toda a tinta para repintá-lo, mas como repintar por baixo da parte onde os drives e winchesters são apoiados? Nada entra ali, a não ser spray... mas não existe zarcão em spray! Ou como faz passar um convertedor de ferrugem?  :s  Sux!!!





 Foto 3: Mais uma foto para provar como seria difícil acessar a parte inferior do suporte de drive.









Olha aí a ferrugem por baixo da tinta. Aí me ocorreu uma ideia: separar a frente do chassis do fundo dele. Vejam só, adiante, o trabalho que deu...








 Eu estava sozinho e ainda esqueci de tirar fotos de algumas etapas, mas a primeira solda eu cortei com a furadeira e broca para aço, a baixa velocidade. Depois disso, a ideia que veio foi começar a separar as latas com a ajuda de uma talhadeira.






 Olha aí a separação das peças, por outro ângulo. Sorte minha que a solda era meio frágil, então pude continuar todo o serviço só com a talhadeira. Reparem que há um furo na chapa inferior. Foi aó que furei o ponto de solda que havia na chapa. Para achar o tal ponto, eu tive que lixar a chapa e a marca do mesmo apareceu. Então eu peguei uma broca apropriada mais a furadeira e fiz o furo piloto. Daí em diante foi tudo na talhadeira... 


Uma pausa para foto: martelo e talhadeira usados no silvisso. :)








Olha aí o resultado de tudo: frente separada do fundo. Mas ainda não 100%:


Faltava essa chapinha que fica na parte traseira do suporte de drives. Pensei em serrá-la, mas no fim eu apelei para a talhadeira mesmo.






Resultado do dia: serviço de separação 100% concluído. Agora eu posso remover toda a tinta e repintar facilmente o chassis.
Provavelmente eu deverei usar parafusos para prender as duas partes novamente.





Olha o estado da chapa, heheh. Merece e deve ser desempenada.

Na próxima postagem eu conto um pouco sobre como está sendo a recuperação da tampa do gabinete.

Até lá!

quinta-feira, 8 de março de 2012

Eu sempre soube que os Estadunidenses eram tarados por V8. Talvez, ou com muita certeza, quem sabe, o maior celeiro de V8 mundial dever ser nos EUA... sorte deles, eu gostaria muito que essa realidade fosse brasileira. Acompanhando várias revistas e, de uns 15 anos pra cá, algumas páginas de internet, posso afirmar que nos EUA também existem muitos Porsches, sobretudo da linha 911. Claro, existem muitos 928 também, o famoso Porsche V8 feito (quase exclusivamente) para os EUA, mas isso é outra história. Bom, resumindo, olha o que foi feito por um doidão estadunisense: um 911 com motor Chevy V8. Nem preciso dizer que são duas grandes paixões que tenho, né?